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28/08/2018

O fator humano como diferencial competitivo

Já é bastante claro em nossa realidade atual que para estabelecer diferenciais em mercados altamente competitivos dois fatores essenciais são necessários: tecnologia e potencial humano.

O segredo e o desafio para as organizações está, basicamente, em saber explorar, equilibradamente, os dois aspectos, pois, com um deles apenas, dificilmente será possível obter sucesso. Quanto maior o investimento nos dois fatores, maior será o nível de competitividade da organização.

Tecnologia já não é, necessariamente, sinônimo de vantagem competitiva. Bem ao contrário, cada vez mais ela parece ser fácil e rapidamente equiparada pelos demais concorrentes do mercado, perdendo, assim, sua característica de gerar diferenciais competitivos. Como alternativa, surge a valorização do fator humano, tendo em vista que, ao contrário do aspecto tecnológico, é mais difícil de ser copiado ou equiparado.

E o papel do Marketing de Incentivo nesse cenário consolida-se cada vez mais. Afinal, conquistar diferenciais a partir do fator humano pode ser mais efetivo do que por razões técnicas, mas isso requer muita habilidade, pois, como se sabe, o comportamento humano está longe da lógica e da racionalidade. Dessa forma, esse fator tanto pode constituir um diferencial importante para a competitividade, como também pode tornar-se o oposto, fazendo a empresa perder competitividade.

Em mercados altamente competitivos, o Marketing de Incentivo surge como importante forma de gerar diferenciais e essa pode ser a razão pela qual as organizações não têm poupado esforços nem investimentos na qualificação profissional e até pessoal de suas equipes, bem como na valorização daqueles que se destacam e superam suas metas.

A valorização do fator humano nas organizações, apesar de atender, prioritariamente, aos interesses corporativos e comerciais, é um processo que ultrapassa os limites da empresa, pois está atrelado a fatores externos, como a forma de organização da sociedade e o grau de consciência social, política e ecológica da população. Afinal, um colaborador feliz dificilmente abandonará seu posto de trabalho em busca de outro melhor e, conforme a pesquisa “Barômetro 2016 Edenred/Ipsos sobre Bem-estar no Trabalho” os programas de incentivo nas empresas são o segundo item de prioridade para 93% dos trabalhadores brasileiros entrevistados.

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